Saudade

Sinto-te como um véu de desculpas e mentiras.

Onde tu tece uma teia fina, mas visível de solidão.

Teu sangue desse friamente sobre os fios negros, o que torna o ar misterioso de isolação.

Com seu sorriso gótico, belo porem morto.

Tua face adornada, como a delicadeza de uma rosa, pura e ardente em sua cor.

Vejo teu olhar com lagrimas de morte, frios e penetrantes.

Felizmente sinto que o seu tempo esta acabando.

Aquilo que esperava á tempos, esta voltando.

A tristeza que sempre cantou para mim, será silenciada e meu sofrimento terá um fim.

(Julio Cesar Nunes de Oliveira)

 

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