Esse ciclo doente que me persegue, segue a linha do “olho por olho dente por dente”, enquanto prejudico sem perceber, ou querer, falo e faço coisas impensadas e alguém segue a mesma risca comigo. Chega dar medo de pensar no que as pessoas são capazes de  fazer por quem gostam. As vezes fazemos coisas por impulso e provocamos o efeito contrario do pensado é complicado o medo de perder, principalmente quando se perde o próprio valor por conta disso e por final acabamos  não nos reconhecendo.

(Julio Cesar Nunes de Oliveira)

 

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