Assassino

De dia ou de noite vestido como gente, anda pela rua sem motivo aparente, com pensamentos insanos começa a selecionar, dentre elas uma vitima, será  perfeita para  brincar,  imagina tudo é ardiloso, silencioso como uma serpente, sangue frio e dissimulado, sempre com um sorriso em sua frente, te captura e leva para casa, geralmente são vitimas sãs, ludibria e envenena, faz pensar que vale a pena, ate chegar em ruas escuras, pois  a escuridão é sua casa e é la que ele começa a agir,  estripa ou esquarteja, teus gritos lhe fazem sorrir,  quanto mais tentar fugir, mais preso estará ele e quando estiver enjoado, teu corpo sangrento será jogado para o lado, enquanto ele vai para casa  dormir, com semblante indiferente,  em tua face irá cuspir e cantarolando satisfeito,  na sombra  irá sumir.

 

(Julio Cesar Nunes de Oliveira)

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