Minha contradição chega a tal ponto que nem eu escapo de minhas loucuras.

Odeio o que sou, não o que construí, mas o que não pude mudar, nasci com uma maldição que só pode ser quebrada com a morte, mas como sempre consigo ver algo de bom nisso, graças a essa maldição, posso amar e respeitar justamente o oposto daquilo que odeio ser, pois o oposto desejo ao meu lado e não em mim.

Odeio o que sou, mas adoro o potencial que tenho de ser.

 

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